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Benefícios dos cães para as crianças.

22/10/2014 11:00

 

 

O desenvolvimento humano compreende o crescimento biológico (aspecto físico) e o desenvolvimento das habilidades e das capacidades (cognitivo, emocional e social).

A ciência comprovou que apenas 30% do desenvolvimento infantil é genético e 70% depende de estímulos externos (brincadeiras, atividades e exercícios) recebidos, principalmente, até os 3 anos de idade. Nesse período, o cérebro cresce 60%. Assim, é imprescindível que os pais ofereçam oportunidades para que seus filhos, a partir do nascimento, possam desenvolver todo o potencial.

Na infância, a principal atividade de desenvolvimento das crianças é a brincadeira. É por meio do lúdico que as crianças exploram o mundo à sua volta. O brincar poderia ser comparado a um alimento, no entanto a brincadeira aumenta as conexões entre os neurônios, no córtex cerebral. Ao brincar estão ocorrendo estímulos físicos, emocionais, cognitivos e sociais.

Os animais adoram brincar e podem ajudar a criança a crescer e a se desenvolver, oferecendo "apoio" enquanto ela atravessa as diferentes etapas de seu crescimento e desenvolvimento. Ao permitir que a criança tenha a oportunidade de conviver com animais de companhia desde pequena, os pais estão proporcionando ao filho uma maneira extraordinária de experimentar o mundo físico e social, consequentemente, estimulando habilidades motoras, cognitivas e minimizando problemas emocionais, por meio do vínculo afetivo com o pet.

Benefícios físicos

O crescimento físico na infância é um processo dinâmico e contínuo. É considerado um indicador visível e um dos mais importantes sobre a saúde da criança. Seu estudo inclui dois fatores: peso e altura. Apesar de a herança genética ser fundamental, as influências do ambiente como alimentação, estímulos emocionais, sociais, estado de saúde, sono e atividades físicas podem alterar de forma positiva ou negativa o crescimento da criança. Edward O. Wilson, biólogo, pesquisador e professor na Universidade de Harward, afirma que o ser humano tem a tendência inata que o leva a responder de forma espontânea aos seres vivos, como os animais de estimação. Essa ligação com os animais foi comprovada em uma pesquisa sobre desenvolvimento infantil, nos Estados Unidos. Verificou-se que a espontaneidade da interação entre crianças e animais faz com que os pequenos tentem e tentem de novo a realização da mesma atividade com o bicho, de maneira que nenhum programa de televisão, jogos, videogames ou brinquedos conseguem.

Segundo a neurociência, quanto mais estímulos, mais conexões neurológicas se formam, portanto, mais habilidades a criança vai ter. Dessa forma, a família deve entender que a presença de um animal de estimação em casa, interagindo diretamente com a criança, incentiva-a a exercitar-se e a realizar atividades de coordenação motora ampla: engatinhar, ficar em pé, andar, equilibrar-se, correr, subir e descer escadas; atividades de coordenação motora fina: desenhar, pintar, segurar objetos menores, sem causar cansaço ou desprazer, o que faz com que a criança continue a executar a ação, recebendo constantes estímulos.

Crianças de famílias que possuem um pet têm nível superior de desenvolvimento motor.

Benefícios psicológicos

O trabalho para se tornar pais de filhos felizes é muito mais fácil com um animal de estimação na família.

O vínculo que surge entre a criança e o animal permite-lhe desfrutar de um amigo e companheiro que sempre estará à sua disposição e que a aceita incondicionalmente. Os amigos peludos fazem a criança sentir-se mais segura, confiante, valorizada, útil e importante, favorecendo a autoestima que se constitui numa necessidade humana indispensável para o desenvolvimento saudável e sucesso na vida adulta, tendo valor de sobrevivência.

A coerência das reações que recebem dos bichos de estimação é capaz de aumentar a expectativa da criança de que será amada e apreciada, o que ajuda a desenvolver o lado positivo do eu (nossa identidade). Cuidar do animal (alimentar, educar, treinar) ajuda a criança a sentir-se competente de maneira muito mais complexa do que quando aprendem a fazer coisas da vida diária.

Os animais em uma família oferecem aos pais uma ajuda adicional de ensinar experiências que envolvem as emoções, responsabilidades e consequências, desenvolvendo paciência, autocontrole, respeito, autonomia e liderança em seus filhos.

Benefícios sociais

O ser humano depende das interações sociais para a satisfação de suas necessidades. O processo de interação social começa quando uma pessoa tem percepção da outra, chamada de percepção social. Para que a interação com o outro seja bem sucedida, é importante a precisão dessa percepção, isto é, que a forma de perceber o outro esteja correta.

Quando uma criança tem a oportunidade de conviver com animais de estimação, ela aprende a fazer leitura corporal que é um elemento fundamental para a empatia (capacidade de compreender o sentimento ou a reação de outro). Aprende a ver o próximo como alguém com característica e sentimento diferente de si mesmo. Essa aprendizagem afasta a criança de seu ponto de vista egoísta. A compreensão dessa diferença entre ela e o outro é a base de uma personalidade sadia que resulta na sociabilidade e na forma como as interações pessoais vão acontecer na fase adulta.

O pet também pode servir de ponte de comunicação porque favorece a aproximação entre pessoas e proporciona assuntos diversos.

Crianças mais tímidas podem ser ainda mais beneficiadas pelo bichinho de estimação. Em situações novas com pessoas desconhecidas, tendem a se fechar. A presença do animal reduz a ansiedade do ambiente e tira o foco de atenção da criança. Ao se sentir mais relaxada e segura, suas chances de se relacionar com os outros aumentam.

Benefícios cognitivos

O desenvolvimento cognitivo está relacionado com o processo de aquisição do conhecimento envolvendo funções, tais como: pensamento, linguagem, raciocínio, memória, atenção, percepção e imaginação. É nesse processo que internalizamos o que é percebido no ambiente externo no qual vivemos e nos relacionamos. Para aquisição desses conhecimentos é fundamental o ato de aprender.

O desenvolvimento cognitivo da criança compreende fases ou períodos com características próprias. A passagem de um estágio para outro, mais complexo e avançado, depende dos estímulos recebidos e pela ação da própria criança sobre o conhecimento novo com o qual ela se depara.

Os pais precisam enxergar no animal de estimação um instrumento facilitador para a aprendizagem de seus filhos. Um pet tem o "poder" de despertar o interesse e o prazer pelo conhecimento na criança. Por si mesmo, o animal representa um elemento motivador.

Pesquisas no exterior demonstraram que as crianças que interagiam, constantemente, com os animais apresentaram maior desenvolvimento cognitivo, obtiveram pontuação maior em testes de QI (Quociente de Inteligência) e melhoraram o rendimento na leitura, ao longo do tempo.

Os animais de companhia também alimentam a criatividade. Eles são um público perfeito para o desenvolvimento dos pequenos "criadores", nunca estão ocupados para admirar um novo trabalho. A curiosidade, a imaginação e a fantasia da criança.

Inteligência plena é definida como a integração de três capacidades: a analítica (raciocínio e conhecimento teórico), a prática (saber usar o conhecimento adquirido) e a criativa (capacidade de unir às outras e encontrar soluções de problemas).

Os animais, mais do que em qualquer outra época, ocupam lugar de destaque em nossa sociedade. Muito mais do que animais de companhia, hoje, são valorizados pela ciência, em razão de todos os benefícios que trazem ao ser humano, desde o seu nascimento.

Fonte:https://www.bayerpet.com.br/

 

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